O que ninguém te conta sobre audits de Solana
A maioria dos audits não encontra os bugs mais perigosos. Eles ignoram o contexto de execução real do programa.
⚠ 90% dos audits de Solana focam em escanear o código em busca de padrões conhecidos de vulnerabilidades — mas ignoram o fluxo real de execução sob ataques coordenados.
Isso cria uma falsa sensação de segurança em founders e CTOs que aprovam o launch após um "audit completo". O problema? Muitos exploits críticos não estão em funções isoladas, mas na combinação de chamadas CPI, estado compartilhado e oráculos manipuláveis em sequência.
✓ Nosso insight: o maior risco não está no código individual, mas nas transições de estado não auditadas entre instruções. Encontramos bugs em programas onde todos os PDAs tinham bump seeds, guards verificavam autoridade — mas um CPI para um programa externo podia ser forçado com seeds previsíveis via manipulação de clock.
Isso exige um método diferente: não apenas revisão estática, mas simulação de ataques em ambiente isolado com fault injection. Reproduzimos o comportamento de rede real — latência, clock drift, fallbacks de rota — para testar como o programa reage a condições adversas, não só ao caminho feliz.
❌ Um projeto recente (mainnet em 2025) perdeu 1.2M USDC por não validar o retorno de um CPI para um oráculo descentralizado. O audit original passou porque a função de atualização parecia segura — mas não testaram o edge case de staleness após um fork temporário.
Conversamos com fundadores que já passaram por isso. Se você está a 2-3 semanas do launch, quer garantir que o programa não cai sob pressão real — não só em testes unitários.
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